Arco-íris da vida

Tuesday, January 17, 2006

Ditados Populares



Os ditados populares são frases que têm passado de geração em geração e que eram seguidos à risca pela maioria das pessoas. Actualmente, ainda há quem o faça, ou, pelo menos, cada um de nós já as deve ter ouvido. A recolha dos provérbios e ditados populares foi um trabalho realizado pela minha turma do 3º ano (2003/2004) no âmbito da disciplina Área de Projecto. A escolha não foi fácil, uma vez que se obtiveram milhares de resultados, no entanto, estes que se seguem são, de facto, os mais usados no meio escolar envolvente.


A bom entendedor, meia palavra basta.
A cavalo dado, não se olha o dente.
A curiosidade matou o gato.
A galinha da vizinha é muito melhor que a minha.
A união faz a força.
Água mole em pedra dura, tanto bate até que fura.
Águas passadas não movem moinhos.
Amigos, amigos, negócios à parte.

Amor com amor se paga.
Ande o frio por onde andar, há-de vir pelo Natal.
Ano novo, vida nova.
Antes que cases, vê o que fazes.
As aparências iludem.
Burro velho não aprende.
Cá se fazem, cá se pagam.
Cada cabeça, sua sentença.
Cada macaco no seu galho.
Cada terra com seu uso, cada roca com seu fuso.
Cão que ladra não morde.
Casa onde não há pão,todos ralham e ninguém tem razão.
Casa roubada, trancas à porta.
Cesteiro que faz um cesto, faz um cento.
Com papas e bolos se enganam os tolos.
Com vinagre não se apanham moscas.
De boas intenções está o inferno cheio.
De noite, todos os gatos são pardos.
De Todos-os-Santos ao Natal, é Inverno natural.
Deitar cedo e cedo erguer, dá saúde e faz crescer.
Depressa e bem, não há quem.
Deus ajuda quem cedo madruga.
Deus dá nozes a quem não tem dentes.
Deus escreve direito por linhas tortas.
Devagar se vai ao longe.
Diz-me com quem andas, dir-te-ei quem és.
Em Abril, águas mil.
Em casa de ferreiro, espeto de pau.
Em terra de cegos, quem tem olho é rei.
Enquanto há vida, há esperança.
Entre marido e mulher não se mete a colher.
Errar é humano.
Filho de peixe sabe nadar.
Filho és, pai serás, assim como fizeres, assim acharás.
Gaivotas em terra, tempestade no mar.
Gato escaldado de água fria tem medo.
Gordura é formosura.
Grão a grão enche a galinha o papo.
Há males que vêm por bem.
Homem prevenido vale por dois.
Ladrão que rouba ladrão tem cem anos de perdão.
Longe da vista, longe do coração.

Mais vale cair em graça que ser engraçado.
Mais vale só do que mal acompanhado.
Mais vale tarde do que nunca.
Mais vale um pássaro na mão do que dois a voar.
Mãos frias, coração quente, amor ardente.
Mãos quentes, coração frio, amor vadio.
Não deixes para amanhã o que podes fazer hoje.
Não há fumo sem fogo.
Não há rosas sem espinhos.
Não há sábado sem sol, nem domingo sem missa, nem segunda sem preguiça.
Nem tudo o que luz é ouro.
Nem tudo o que vem à rede é peixe.
No dia de S. Martinho, mata o teu porco e bebe o teu vinho.
No meio é que está a virtude.
No melhor pano cai a nódoa.
No poupar é que está o ganho.
Nunca digas "desta água não beberei".
O fim justifica os meios.
O fruto proibido é o mais apetecido.
O que não mata engorda.
O que os olhos não vêem, o coração não sente.
O saber não ocupa lugar.
O segredo é a alma do negócio.
O seguro morreu de velho.
O sol quando nasce é para todos.
Os homens não se medem aos palmos.
Para grandes males, grandes remédios.
Patrão fora, dia santo na loja.
Pau que nasce torto, tarde ou nunca se endireita.
Pela boca morre o peixe.
Perdido por cem, perdido por mil.
Presunção e água benta, cada um toma a que quer.
Quando a esmola é grande o pobre desconfia.
Quando um burro fala, o outro baixa as orelhas.
Quanto mais juras, mais mentes.
Quanto mais me bates, mais gosto de ti.
Quanto mais se tem, mais se quer.
Quem ama o feio, bonito lhe parece.
Quem cala consente.
Quem canta seus males espanta.
Tristezas não pagam dívidas.
Quem casa, quer casa.
Quem conta um conto, acrescenta um ponto.
Quem dá e volta a tirar, ao inferno vai parar.
Quem desdenha quer comprar.
Quem espera desespera.
Quem espera sempre alcança.
Quem mais alto subir, ao mais baixo vai cair.
Quem muito fala, pouco acerta.
Quem não arrisca, não petisca.
Quem não chora, não mama.
Quem não deve, não teme.
Quem não quer ser lobo, não lhe vista a pele.
Quem não trabuca, não manduca.
Quem sai aos seus não degenera.
Quem se mete em atalhos, mete-se em trabalhos.
Quem semeia ventos colhe tempestades.
Quem te avisa, amigo é.
Quem tem boca vai a Roma.
Quem tudo quer, tudo perde.
Quem vai ao mar avia-se em terra.
Quem vai ao mar perde o lugar.
Quem vê caras não vê corações.
Ralham as comadres, sabem-se as verdades.
Rei morto, rei posto.
Setembro molhado, figo estragado.
Sorte ao jogo, azar ao amor.
Tal pai, tal filho.
Uma desgraça nunca vem só.
Vão-se os anéis, ficam os dedos.
Vaso ruim não quebra.

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